15 novembro 2017

Elton John - Homem do Foguete


Homem do foguete

Ela arrumou a mala noite passada antes do voo
Meia-noite, nove da manhã
E eu estarei bem no alto
Como uma pipa quando chegar lá

Eu sinto tanta falta da Terra
Eu sinto saudades da minha esposa
É tão solitário no espaço
Em um vôo tão eterno

E eu acho que vai levar muito, muito tempo
Até eu voltar mais uma vez e descobrir
Que eu não sou o homem que eles pensam que sou em casa
Ah, não não não
Eu sou o homem do foguete
Homem do foguete
Queimando seu fusível aqui em cima sozinho

E eu acho que vai levar muito, muito tempo
Até eu voltar mais uma vez e descobrir
Que eu não sou o homem que eles pensam que sou em casa
Ah, não não não
Eu sou o homem do foguete
Homem do foguete
Queimando seu fusível aqui em cima sozinho

Marte não é o tipo do lugar para criar seus filhos
Na verdade, é frio como o inferno
E não há ninguém lá para criá-los
Se você tivesse filhos

E toda esta ciência
Eu não compreendo
É apenas meu trabalho
Cinco dias por semana
O homem do foguete
Homem do foguete

E eu acho que vai levar muito, muito tempo
Até eu voltar mais uma vez e descobrir
Que eu não sou o homem que eles pensam que sou em casa
Ah, não não não
Eu sou o homem do foguete
Homem do foguete
Queimando seu fusível aqui em cima sozinho

E eu acho que vai levar muito, muito tempo
Até eu voltar mais uma vez e descobrir
Que eu não sou o homem que eles pensam que sou em casa
Ah, não não não
Eu sou o homem do foguete
Homem do foguete
Queimando seu fusível aqui em cima sozinho

E eu acho que vai levar muito, muito tempo
Até eu voltar mais uma vez e descobrir
Que eu não sou o homem que eles pensam que sou em casa
Ah, não não não
Eu sou o homem do foguete
Homem do foguete
Queimando seu fusível aqui em cima sozinho

E eu acho que vai levar muito, muito tempo
E eu acho que vai levar muito, muito tempo
E eu acho que vai levar muito, muito tempo...


Tema Original: Rocket Man
Músico: Elton John
Composição: Elton John

11 novembro 2017

Mulher do Gueto - Poemas de Marcelo H. Zacarelli

Foto proibida do Gueto de Varsóvia...

Mulher do Gueto

Ela é uma mulher do gueto
E quer estar com seu homem agora
Esta mulher do gueto
Quer apenas estar com seu homem
Ela é apenas uma mulher, que se senti só agora

Flores raras soterradas em ruínas
Pele escura, gritando por liberdade
Quem poderá ouvi-la dentre outras vozes
Guerreira Benedita... Quem poderá ouvi-la?

Ela é simples e é do gueto
Eu pude sentir em sua pele...
Ela é uma mulher do gueto
E quer estar com seu homem agora

Por onde anda você agora?
Há sempre alguém que te espera
Esta força que há em teu espirito
Me faz acreditar que tudo pode ser possível

Esta mulher do gueto
Que faz do meu mundo solidão
Ela é uma mulher do gueto
E quer estar com seu homem agora

Ela é uma mulher do gueto
Eu sei que ela é apenas uma mulher do gueto
Que me faz sonhar com dias melhores
Tua pele escura, teu sorriso ímpar
O tempo jamais será capaz de apagar.

Homenagem à: Saudosa Dona Benedita Félix da Silva
Minha mãe, minha sogra, mulher querida!
Nos deixou em 27 de agosto de 2017, descanse em paz Guerreira.

Marcelo Zacarelli
Village, 07 de Novembro de 2017


Seis meninas judias que foram escondidas dos nazistas no convento Dominicano de Lubbeek, perto de Hasselt, Bélgica. Foto tirada entre outubro de 1942 e outubro de 1944.


Benedita Félix da Silva: Mulher brasileira, nascida em São Paulo (06 de janeiro de 1958 - 27 de agosto de 2017). Sogra do Poeta Marcelo H. Zacarelli. Descanse em Paz...

24 outubro 2017

MAUS - Meus Livros


MAUS
Art Spielgeman

Maus: A Survivor's Tale é um romance gráfico produzido pelo sueco Art Spiegelman que narra a luta de seu pai, um judeu polonês, para sobreviver ao Holocausto. As primeiras páginas foram publicadas em 1980, mas o trabalho só foi concluído em 1991. A história fala do relacionamento complicado do autor com seu pai e de como os efeitos da guerra repercutiram através das gerações de sua família. Em 1992 Spiegelman foi agraciado com um "Prêmio Especial Pulitzer": tal categoria foi proposta pois o comitê de premiação não se decidiu se categorizava "Maus" como uma obra de ficção ou biografia.


Spiegelman retrata diferentes grupos étnicos através de várias espécies de animais: Os judeus são os ratos (em alemão: maus), os alemães, gatos, os franceses, sapos, os poloneses, porcos, os americanos, cachorros, os suecos, renas, os ciganos, traças, os ingleses, peixes. O uso de antropomorfismo, uma técnica familiar em desenhos animados e em tiras de quadrinhos, foi uma tirada irônica em relação às imagens propagandistas do nazismo, que mostravam os judeus como ratos e os poloneses como porcos. A publicação na Polônia teve de ser adiada devido a este elemento artístico.

O livro trata do antissemitismo. O termo usado pela primeira vez por Wilhelm Marr, designa uma aversão irracional, um ódio gratuito e sem a menor razão pelo povo judeu.


Alguns Personagens:

Art Spiegelman - Filho de Vladek, criador dos quadrinhos.
Vladek Spiegelman - Judeu polonês sobrevivente do Holocausto.
Anja Spiegelman - Mãe de Artie, também sobrevivente do Holocausto.
Richieu Spiegelman - Irmão de Artie, morreu ainda criança, envenenado por Tosha que não queria deixar o Alemães levá-los para as câmaras de gás.
Mala Spiegelman - Segunda mulher de Vladek. Os dois vivem brigando por causa de dinheiro e manias que Vladek adquiriu enquanto estava em poder dos nazistas.

O Escritor Sueco: Art Spiegelman

Art Spiegelman (Estocolmo, 15 de fevereiro de 1948) é ilustrador, cartunista e autor de histórias em quadrinhos americano nascido na Suécia. Atuou durante a década de 1990 na produção de charges, ilustrações e capas para revista novaiorquina The New Yorker. Duas de suas obras mais conhecidas são a semi-biográfica "Maus" e a coletânea de tiras em quadrinhos In the Shadows of No Towers. Em 1992 Spiegelman ganhou o prêmio Pulitzer

13 outubro 2017

Bruce Springsteen - Um Tom Acima


Um Tom Acima

acordei esta manha, minha casa estava fria
verificado o forno não estava queimando
Saiu e esperava no meu velho Ford
Bata o motor, mas ela não está girando
Nós demos um ao outro algumas duras lições recentemente
Mas não é aprendendo
Nós somos a mesma história triste, isso é um fato
um passo acima e dois passos para trás

Pássaro em um fio fora do meu quarto de motel
Mas ele não está cantando
Menina em branco fora de uma igreja em junho
Mas os sinos da igreja não está tocando
Eu estou sentado aqui neste bar hoje à noite
Mas tudo o que eu estou pensando é
Eu sou a mesma velha história mesmo ato de idade
um passo acima e dois passos para trás

É a mesma coisa na noite noite
Quem é o bebê errado, quem está certo
Outra luta e eu bater a porta em
Outra batalha em nossa guerra suja
Quando eu olho para mim mesmo que eu não vejo
O homem que eu queria ser
Em algum lugar ao longo da linha que eu escorregou fora da pista
Estou preso movendo um passo para cima e dois passos para trás

Há uma garota do outro lado do bar
eu recebo a mensagem que ela está mandando
MM ela não está olhando para casados
E me bem, querida, eu estou fingindo
Ontem à noite eu sonhei que eu a segurei em meus braços
A música foi interminável
Nós dançamos como o céu à noite desapareceu ao preto
um passo acima e dois passos para trás.

Tema Original: One Step Up
Músico: Bruce Springsteen
Composição: Bruce Springsteen

Criança 44 - Meus Livros


Criança 44
Tom Rob Smith

Criança 44 (português brasileiro) ou A Criança Nº 44 (português europeu) é o romance de estreia do escritor britânico Tom Rob Smith, que narra a história do agente da KGB Liev Demidov, ao investigar uma série de horríveis assassinatos de crianças na União Soviética de Stálin.

O romance é baseado na história real do assassino em série russo Andrei Chikatilo, também conhecido como o Estripador de Rostov, que foi o responsável por 52 assassinatos na União Soviética. Além de destacar o problema da criminalidade da era soviética, em um estado onde "não há crime", o romance também explora a paranoia da época, o sistema de educação, o aparato da polícia secreta, orfanatos, a homossexualidade na URSS e o descaso com os hospitais psiquiátricos.

O livro é a primeira parte de uma trilogia. A segunda parte é chamada de "O Discurso Secreto" e também apresenta o personagem de Liev Demidov e sua esposa, Raíssa Demidova.

Baseado na história do assassino em série 
Andrei Romanovic Chikatilo:

O livro Criança 44, de Tom Rob Smith, também utiliza a história de Chikatilo como parte da trama (de fato, apenas algumas características dos homicídios e o primeiro nome do assassino coincidem, tendo Chikatilo servido apenas como referência ao personagem). No livro, "Andrei Sídorov" começa a matar crianças a fim de conseguir chamar a atenção de seu irmão, Pável, sequestrado duas décadas antes, utilizando sinais que os faziam recordar a infância.

No livro "O Homem de Palha", de Pablo L. Zorzi, o Açougueiro de Rostov é citado como um dos principais assassinos em série que toda a Europa já conheceu.



Tom Rob Smith (nascido em 1979 é um escritor inglês.

Seu primeiro romance, Child 44 , publicado no início de 2008, foi inspirado pelo caso da verdadeira vida de Andrei Chikatilo , que cometeu uma série de assassinatos de crianças na Rússia soviética . Foi premiado com o Dagger de aço Ian Fleming de 2008 para o melhor filme de suspense do ano pela Associação dos Escritores do Crime , nomeada na longa lista do Prêmio Man Booker de 2008 e nomeada para o Prêmio Costa Novel Novel 2010 (antigo Whitbread). Em julho de 2009, ele ganhou o Prêmio Waverton Good Read para as primeiras novelas e o Galaxy Book Award para Melhor Recém-chegado com a Criança 44. Foi traduzido para 36 idiomas e, em janeiro de 2011, Richard Madeley e Judy Finnegan o alistaram em seus Book Book 100 do livro da década. Em 2007, Ridley Scott optou pelos direitos cinematográficos .

Andrei Romanovic Chikatilo, foi um
assassino em série Russo.

23 setembro 2017

Inferno - Meus Livros


Inferno
Dan Brown

Inferno: É o sexto livro de ficção do escritor dos Estados Unidos Dan Brown e o quarto a ser protagonizado pelo simbologista Robert Langdon. Segundo divulgado, o livro foi lançado em 14 de maio de 2013 pela Doubleday, em 20 de maio, no Brasil e em 10 de Julho em Portugal pela Bertrand Editora.

Sinopse:

Conforme divulgado pela editora, o livro é ambientado na Itália e em um dos centros da história mais duradoura e misterioso: a obra literária Inferno de Dante Alighieri.

O professor Robert Langdon, da Universidade Harvard, desperta em uma cama de hospital com um ferimento na cabeça e sem conseguir se lembrar do que aconteceu nos últimos dias. Ao olhar pela janela, descobre que está em Florença, na Itália. Logo, os médicos Sienna Brooks e Marconi entram em seu quarto e o explicam que ele sofreu uma concussão ao levar um tiro de raspão e deu entrada no pronto-socorro do hospital por conta própria. Repentinamente, Vayentha, uma assassina profissional que havia perseguido Robert anteriormente, invade seu quarto, atira no médico e tenta chegar até ele, que é agarrado por Sienna e retirado do hospital às pressas.

Eles fogem para o apartamento da médica, onde Robert descobre que Sienna é uma superdotada. Mais tarde, ele encontra um cilindro em um bolso secreto de seu paletó (tão secreto que nem ele mesmo sabia que existia). O cilindro contém o símbolo de risco biológico. Robert decide então ligar para o consulado estadunidense, onde descobre que estão a sua procura. Instruído por Sienna, ele dá o endereço do prédio à frente, para se certificar de que realmente seu consulado enviará funcionários da representação diplomática. Contudo, é Vayentha quem chega ao local, levando Robert e Sienna a acreditarem que o governo estadunidense quer Robert morto.

O Escritor Norte-americano
Dan Brown

Daniel Gerhard Brown (Exeter, 22 de junho de 1964), conhecido por assinar como Dan Brown, é um escritor norte-americano. Seu primeiro livro, Fortaleza Digital, foi publicado em 1998 nos Estados Unidos. A este seguiram-se Ponto de Impacto e Anjos e Demônios, a primeira aventura protagonizada pelo simbologista de Harvard, Robert Langdon. Seu maior sucesso foi o polêmico best-seller O Código da Vinci, mas seus outros cinco livros também tiveram uma grande tiragem. Entre seus grandes feitos, está o de conseguir colocar seus quatro primeiros livros simultaneamente na lista de mais vendidos do The New York Times.


Fanny - Meus Livros


Fanny
Erica Jong

Fanny: de Erica Jong, é o típico romance de banca de jornal com uma mocinha, um mocinho, um bebê e muito sexo! Geralmente se passa nas águas do Caribe, numa Casa da Luz Vermelha ou no interior descobrindo mistérios além da humanidade.

Não se contentando com apenas um desses estereótipo de cenário, a autora faz questão e utilizar todos! Um pouco diferente do comum, a donzela tem duas paixões: uma, o clássico clichê do padrasto bonitão que a desvirginou; e a outra, para trucidar o clichê, um saqueador que até o presente momento era homossexual.

O livro se passa no século XVII e foi inspirado em um outro livro, que diga-se de passagem, inspirou um filme pornô que passa quase sempre no Cine Privê, chamado Fanny Hill (esse realmente escrito no século XVII.


Erica Mann Jong (Nova Iorque, 26 de março de 1942) é uma escritora e educadora estadunidense. 

Poeta, romancista, crítica feroz da vida social, ícone da liberação feminina ao ponto de ser considera por alguns críticos como erótica. Menos reconhecida, porém bastante premiada, sua coleção de poesia se alterna com sua luta pela liberdade de expressão, direitos da mulher e direitos autorais. Tem seu trabalho traduzido em 27 idiomas. 

Henry Miller festejou Medo de Voar como "o Trópico de Câncer feminino". Reservando-a fama internacional, o livro é o mais conhecido da autora, transformado em best seller, e que tornou Erica um dos pilares da liberação feminina na direção do domínio de sua própria sexualidade durante a década de 70. 

Sybil - Meus Livros


Sybil
Flora Rheta Schreiber

Sybil é um livro escrito pela jornalista estadunidense Flora Rheta Schreiber e publicado em 1973. O livro trata sobre uma mulher chamada Shirley Ardell Mason, nascida em 25 de janeiro de 1923 na cidade de Dodge Center, no estado de Minnesota. Sua história é o mais famoso caso de personalidade múltipla já registrado. Um filme foi feito em 1976, baseado no livro, estrelado por Sally Field como a personagem-título, e Joanne Woodward como a terapeuta, Dra. Cornelia B. Wilbur.

De acordo com as pessoas que conheciam a família Mason, em Dodge Center, Minnesota, a mãe tinha um comportamento estranho e controlava constantemente a filha. O pai e a avó eram bons com ela, mas não podiam fazer nada em relação ao abuso da mãe.
No início dos anos 1950, Shirley era uma professora substituta e uma estudante da Universidade de Columbia. Ela teve lapsos de memória e instabilidades emocionais durante um longo tempo, tendo finalmente iniciado um tratamento de psicoterapia com a Dra. Wilbur, uma psicanalista freudiana. Suas sessões de terapia são a base do livro.

Principais personalidades

Sybil: professora substituta de escola secundária, que experimenta frequentemente "lapsos de tempo".

Peggy Lou e Peggy Ann: ambas com mais ou menos 9 anos, as Peggys aparentemente originaram-se como uma só personalidade, "Peggy Louisiana" (o nome que a mãe de Sybil queria inicialmente dar à filha). Peggy Lou é forte e descarada, Peggy Ann quase sempre amedrontada. Ambas falam de forma incoerente e repetem frases constantemente. Peggy Lou quebra copos quando está transtornada.

Vicky: apropriada e formal à falha. Vicky fala francês fluente e está ciente de tudo o que acontece com as outras personalidades (no filme, Vicky falava um francês estereotipado da escola secundária, mas acreditava que falava-o bem).

Vanessa: uma bela pianista artística. No filme, ela é amiga de Richard, um homem do apartamento vizinho (Essa personagem foi criada para o filme).

Marcia: a personalidade depressiva e suicida de Sybil. Marcia tenta em vão se matar, embora saiba que matar o corpo resultará na morte de todas as personalidades.

Ruthie: uma criança de 2 ou 3 anos que aprecia desenhos a crayon.


Flora Rheta Schreiber (24 de abril de 1918 — 3 de novembro de 1988) foi uma jornalista norte-americana e autora do Best Sellers Sybil (1973), a história de uma mulher (identificada anos depois como Shirley Ardell Mason), que sofria de transtorno dissociativo de identidade e teve 16 personalidades diferentes.

Schreiber foi uma instrutora de inglês na John Jay College of Criminal Justice por muitos anos. Mais tarde ela escreveu The Shoemaker, um livro que documenta a história verídica de um assassino em massa, que sofria de esquizofrenia.

Os papéis de Schreiber estão alojados no Lloyd Sealy Library Special Collections da Biblioteca John Jay College. A coleção é uma documentação completa de sua vida e carreira.

27 maio 2017

O Artista - Filme


O Artista (no original intitulado The Artist) é um filme mudo com produção francesa de 2011, uma comédia romântica que se passa em Hollywood entre os anos 1927 e 1932. O filme foi dirigido por Michel Hazanavicius, com um elenco composto por Jean Dujardin, Bérénice Bejo, James Cromwell, Missi Pyle, Penelope Ann Miller e John Goodman.

O diretor Michel Hazanavicius sempre fantasiou em fazer um filme mudo durante muitos anos porque muitos dos cineastas que ele admira vieram dessa era, e por causa da natureza predominante da imagem no formato. De acordo com o diretor, seu desejo de fazer um filme mudo não foi recebido de forma séria inicialmente, porém depois do sucesso de OSS 117: Le Caire nid d'espions e OSS 117 : Rio ne répond plus, produtores começaram a expressar interesse. A versão francesa do filme foi regularmente lançada em 12 de outubro de 2011 através da Warner Bros França. A Weinstein Company comprou os direitos de distribuição para os Estados Unidos, Reino Unido e Austrália. O filme foi lançado no Brasil em 10 de fevereiro de 2012.

Jean Dujardin & Bérénice Bejo...

Sinopse:

A história se passa em Hollywood entre os anos 1927 e 1932, se focando em um ator em declínio e uma atriz em ascensão enquanto o cinema mudo sai de moda, sendo substituído pelo cinema falado.

A Lindíssima Atriz Argentina: Bérénice Bejo

Prêmios e Indicações:

"O Artista" foi aclamado pela crítica mundial, e venceu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes, onde o filme estreou. 

Recebeu seis indicações ao Globo de Ouro, e venceu em três categorias, Melhor Filme - Comédia ou Musical, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator - Comédia ou Musical (Jean Dujardin). 

Em janeiro de 2012, o filme foi nomeado para 12 BAFTA e 10 Oscar tendo ganho 5, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator para Jean Dujardin. 

Foi o primeiro filme mudo a ganhar o Oscar de Melhor Filme desde Asas em 1929 (na primeira edição do prêmio) e o primeiro filme apresentado na proporção de 4:3 para ganhar o Oscar de Melhor Filme desde de "Marty", em 1955.

Era Uma Vez na América - Filme


Era uma vez na América (no original em inglês: Once Upon a Time in America) é um filme estadunidense e italiano de 1984, do gênero drama e crime, realizado por Sergio Leone e com roteiro baseado no livro de Harry Grey. A música original é de Ennio Morricone. O filme é estrelado por Robert de Niro, James Woods, Elizabeth McGovern, Joe Pesci e Burt YoungÉ o último filme da trilogia Era uma vez… desse diretor: o primeiro foi C'era una volta il West, e o segundo Giù la testa.

Jennifer Connelly....Deborah jovem...

Sinopse:

O filme conta a história de um grupo de amigos de ascendência judaica que crescem juntos cometendo pequenos crimes nas ruas do Lower East Side, em Nova Iorque. Aos poucos, estes crimes vão assumindo maiores proporções e os amigos se tornam respeitáveis mafiosos. O entrelaçamento de companheirismo, ambição e traição leva a uma reviravolta na história, e, 35 anos depois, o único sobrevivente do grupo volta ao bairro para descobrir o que realmente aconteceu.


Principais prêmios e indicações:

Globo de Ouro 1985 (EUA)
Recebeu indicação nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Trilha Sonora.

BAFTA 1985 (Reino Unido)
Venceu nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Figurino.
Recebeu indicações nas categorias de Melhor Atriz Coadjuvante (Tuesday Weld), Melhor Diretor e Melhor Fotografia.

David di Donatello 1985 (Itália)
Recebeu indicação nas categorias de Melhor Diretor.

Academia Japonesa de Cinema 1985 (Japão)
Venceu na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira.


Sergio Leone (Roma, 3 de janeiro de 1929 — 30 de abril de 1989) foi um cineasta italiano. Ele foi o autor de famosos filmes que renovam o gênero western, tais como era uma vez no oeste e três homens em conflito

Nos anos 60, quando o cinema italiano era essencialmente voltado para as comédias, Sergio Leone foi um dissidente, primeiro especializando-se em filmes épicos e depois na recriação do Oeste e nos filmes de western. Ele passou treze anos preparando o clássico "Era uma vez na América", um épico gangsterista lançado em 1984 no Festival de Cannes.

Foi um dos mais brilhantes cineastas da sua geração e inventor de um estilo em que não faltam lances de pura genialidade. Ele é hoje fonte de inspiração para novos cineastas como Quentin Tarantino e Robert Rodriguez.
Sua sepultura está localizada no cemitério Campo di Verano, Roma.


Minha nota para este Filme (10)

O Tempo e a Fotografia - Poemas de Marcelo H. Zacarelli



O Tempo e a Fotografia

Tempo... O que pode se dizer do tempo!
Quando a imagem é que fica...
Não se pode dizer que é primavera
Se “verão ou outono” pelo cair das folhas
Apenas lembrar-se de que outrora tivesse vivido
Pouco se pode dizer se olhando nos olhos
Houvesse tristeza ou alegria
A diferença talvez no rosto imortalizado pelo momento
Não se podem encontrar marcas e nem rastejo
Não se podem notar vestígios

A imagem intacta faz trazer na memória
Que não se pode mudar o que foi feito
Onde se retrata pessoas, lugares e vilarejos...
E não há espaços para se distinguir
Povos, raças ou diferenças sociais

Um críquete, isto mesmo!
Um aperto no botão...
Parece simples quando não se imagina
Que aquele momento refletirá para sempre
A imagem imortalizada que nem o passar do tempo
Pode apagar da memória

Este é o retrato da vida
Ou melhor, dizendo; Uma foto revelada
Um momento imortalizado de alguém
Mas... E o tempo?
Que se pode dizer quando os anos passam
Não há o que dizer, só lembrar...
Não há como se voltar atrás
Quando a imagem é que fica.

Marcelo Henrique Zacarelli
Itaquaquecetuba, 18 de março de 2000.

Um críquete, isto mesmo!
Um aperto no botão...

A Matéria que Renegas - Poema de Marcelo H. Zacarelli


A Matéria que Renegas

O que mais pode me doer que a solidão?
Meus ouvidos estão cerrados
Exceto ao som estridente desta matéria impulsiva

Madeiras e cordas
Ombros e mãos de um angustiado...
Que ao decorar as notas
Absorveu a alma de tal miserável

Ao longe, bem ao longe
Posso senti-la me horripilando, veiculadas ao ar
Como faca nos meus tímpanos

Meus olhos vendados perseguem as sombras
Que se movimentam e passa por mim
As meninas entorpecidas passam por despercebidas
Meus lábios sim, provaram a sede de esquecer alguém

Como o ribeirão profundo
Ou o mais seco dos desertos
Porém, o que restou? Eu nunca soube ao certo
Onde pairavam os meus pensamentos?

Adrenalina das minhas veias
Levaram-me a caminhos que eu não queria ir; Eis me aqui...
Estilhaços dos meus ossos
Não mais me vês; Não estou aqui!
Exceto a matéria que renegas

Não estendas as tuas mãos em vão
Nem te apiedas deste fraco
No coração deste instrumento
Está a esperança que me atormenta
No cansaço deste humano músico
A dor deste miserável ecoa
A solidão e a saudade são irmãs inseparáveis
E moram aqui comigo desde que partiu.  


Marcelo Henrique Zacarelli 
Village 20 de outubro de 2008.

Não mais me vês; Não estou aqui!
Exceto a matéria que renegas...